
Olá querio leitor, sejam bem vindos ao blog dos esportes Argentino. Você encontrará tudo sobre os esportes do país e poderá está conhecendo e tirando duvídas a respeito do tema.
Aproveite o blog.
Atenciosamente,
Jennifer, Jéssica e Kadma.
Hino Argentino Em espanhol Oid ¡mortales! 

Os tradicionais campeonatos de pólo, na Argentina, contam sem lugar a dúvida, com os melhores jogadores do mundo. O mesmo acontece com o Pato, que a cada temporada recebe mais adeptos, com um público local e internacional que se apaixona por esse jogo tão elegante e, ao mesmo tempo, exigente. Entre os times mais importantes de pólo, destacam-se La Dolfina e Ellerstina, onde se desempenham, respectivamente, Adolfo Cambiaso e Gonzalo Pieres, dois dos melhores polistas do mundo.
O rúgbi argentino está, atualmente, entre os mais competitivos do mundo. Em seus diversos campeonatos participam times de todo o país; Buenos Aires, La Plata, Rosario, Córdoba e Tucumán são as cidades que contam com os maiores clubes de rúgbi. Também, a consagração da seleção argentina -Los Pumas- no último mundial, onde alcançou a terceira posição, confirma o excelente momento pelo qual o país passa neste esporte.
Desde 1953, "O Pato" é o esporte nacional argentino praticado no país desde o Século XVII. Seu nome internacional é Horseball e no final de julho realizar-se-á em Portugal o campeonato mundial deste "audaz e valiente" esporte. O Pato é conhecido mundialmente como Horseball e sua história arraiga em terra argentina há quase quatrocentos anos. O antigo jogo consistia em jogar um pato para cima e dois grupos, de cavaleiros se atropelavam para prendê-lo e encestá-lo em uma rede. Com o tempo, o pato começou a ser colocado dentro de uma cesta. O objetivo do jogo era, e é claro, fazer a maior quantidade de pontos passando o pato através do aro dos opositores. No ano de 1610, trinta anos depois da segunda fundação de Buenos Aires e duzentos anos antes da Revolução de Maio, um documento escrito do antropólogo militar espanhol Félix de Azara descreve uma cena esportiva que foi realizada na cidade: “juntam-se para isso duas quadrilhas de homens a cavalo e marcam-se dois lugares afastados mais ou menos de uma légua. Depois costuram um couro no qual se introduziu um pato vivo com a cabeça para fora. O couro tem duas ou mais asas ou braçadeiras, nas quais dois dos homens mais fortes da quadrilha se agarram, na metade da distância dos pontos designados; e dando esporadas puxam bem forte até que o mais poderoso leva o pato, caindo seu rival no chão se não abandonar antes. O vencedor começa a correr e os do bando contrário o seguem e o rodeiam até tomar o pato por alguma das braçadeiras, puxam da mesma forma, tornando-se vencedora a quadrilha que chegar com o pato no ponto marcado”. Cem anos mais tarde, o engenheiro militar francês Amadeo Freizer detalha uma cena parecida à de Félix de Azara: “Fui testemunha de uma festa em que os encarregados de dois espanhóis que se chamavam Pedro, encontraram-se no dia do santo de seus amos em uma aldeia de Talcahuano, perto da qual estávamos ancorados. Depois de ter assistido à missa montaram a cavalo para correr atrás da galinha, como corre atrás do ganso, na França, com algumas diferenças: que todos se jogam sobre aquele que obteve a cabeça para extraí-la e levá-la até a presença daquele em honra do qual se faz a festa; correndo a todo galope topavam-se para extraí-la e na correria juntavam do chão tudo o que derrubavam por terra”. Porém, no dia 23 de fevereiro de 1739 na cidade de Santiago del Estero chegou a primeira proibição do jogo: “é um grande atrevimento e transgressão jogar o pato no meio da cidade”. Sessenta anos mais tarde o Sacristão Maior da Paróquia de Luján anuncia que serão excomungados aqueles que praticarem o jogo. No dia 21 de junho de 1822, o Governador de Buenos Aires, Martín Rodríguez, declara o decreto com o qual a proibição de jogar o pato torna-se realidade: “Todos aqueles que forem encontrados neste jogo, na primeira vez será destinado, pelo período de um mês, aos trabalhos públicos; por dois meses na segunda, e por seis na terceira e ficarão sujeitos à indenização pelos danos que causarem”. Em 1854, Bartolomé Mitre menciona o esporte em uma de suas odes: “O jogo do pato já não existe em nossos costumes, é já uma reminiscência distante. Proibido severamente pelas desgraças pessoais que dava motivo, o povo foi deixando-o pouco a pouco, sem esquecê-lo completamente”. No início do século XX, Alberto Castillo Posse, chefe da guarda de segurança de La Plata organiza uma exibição do esporte que desperta uma grande afluência e admiração de todos os presentes. Em 1938 regulamentou-se o esporte e Manuel Fresco, governador da cidade, levantou a proibição com um comunicado em que manifestava que “os esportes estão sujeitos às disciplinas que impõem suas regulamentações e dito jogo, na forma em que se pratica atualmente, é um esporte sadio e vigoroso, similar ao pólo”. Em 1941 cria-se a Federação Argentina de Pato e dois anos mais tarde, em General Las Heras funda-se a instituição denominada “Campo de Pato General Las Heras” e a cidade converte-se na “Capital do Pato”. No dia 16 de setembro de 1953, o então Presidente Juan Domingo Perón assina o Decreto Nº 17.468 em que estabelece que o Pato será o “Esporte Nacional”. Em 1970, o Pato se introduz na França e na Espanha, e a prática nesses países requereu uma modificação das regras do Pato baseado nas condições de espaço e custo dos cavalos europeus, o esporte foi intitulado de “Horseball”. Nome sob o qual é praticado na maioria dos países europeus, Israel, E.U.A., Canadá e Brasil. Em 2006, a Federação Argentina de Pato e a Federação Internacional de Horseball, acordaram a modificação do regulamento de Horseball adaptando-o ao Pato, intitulando-o de “Pato-Horseball”. Nesse mesmo ano, no Prédio Ferial de Buenos Aires realizou-se o Primeiro Campeonato mundial de Pato-Horseball, onde Portugal obteve o primeiro prêmio e a Argentina ficou em segundo. Além dos países mencionados participaram da competição: Áustria, Alemanha, França, Itália, Espanha, Inglaterra, E.U.A., Canadá e Brasil. Em julho deste ano, Portugal organizará um novo Mundial de Pato-Horseball.
Sem nenhuma dúvida, o futebol é o esporte com mais adeptos entre os argentinos. Por convocatória e popularidade, desperta um grau de paixão que nenhuma outra atividade esportiva obtém. Cada fim de semana o coração do país bate ao ritmo desta paixão de multidões, que enchem as arquibancadas de cada um dos estádios. O futebol é o esporte nacional por excelência. A torcida com seus cantos, tambores, trompetes e bandeiras fazem do futebol argentino um espetáculo único no mundo. Sem dúvida, o jogo mais esperado pelos argentinos e turistas do mundo inteiro que visitam o país, é o chamado "superclássico argentino" entre o Boca Juniors e o River Plate (os dois times mais importantes). Esse dia o país pára: os ingressos estão esgotados, os bares repletos de torcedores e o humor de quase meio país depende desse resultado. O diário inglês The Observer salientou que através de uma pesquisa feita aos seus leitores esse jogo foi considerado um dos "50 acontecimentos esportivos que todos deveriam assistir antes de morrer". Os times argentinos têm uma magia diferente dos outros times da América e inclusive da Europa. Paixão, garra, técnica e muito "campinho" são os ingredientes principais para que seu futebol tenha conquistado o respeito dos times mais importantes do mundo e muitos jogadores argentinos estejam espalhados pelo mundo inteiro.
Grande celeiro de jogadores de futebol, a Argentina deu ao mundo o melhor jogador de todos os tempos: Diego Armando Maradona. Em seu momento de máximo esplendor ganhou o Mundial de Futebol no México em 86, apesar de a seleção argentina ter alcançado esse título pela primeira vez em 1978. Carlos Salvador Bilardo, cabeça de uma das duas escolas de pensamento, em pugna durante anos, dirigiu esse time que alcançou a máxima glória no México. Seu antagonista em filosofia de jogo, César Luis Menotti, havia alcançado a Copa do Mundo em 1978 e um ano depois dirigia a Maradona na coroação do mundial Sub-20. No nível continental, a Argentina é um dos países que mais vezes ganhou a Copa América (junto a Uruguai), com 14 títulos. Os dois últimos com Alfio Basile como treinador em 1991 e 1993. Em Atenas 2004, junto a Marcelo Bielsa, a equipe olímpica ganhou pela primeira vez na história, a medalha dourada. Além do título juvenil de 79, a Seleção Sub-20 se consagrou campeã do mundo outras cinco vezes: Em 1995, 1997, 2001, 2005 e 2007. Em competições de clubes, a Argentina é o país que mais vezes ganhou a Copa Libertadores da América, o torneio mais importante do continente. Independiente em sete ocasiões (quatro consecutivas) e Boca Juniors em seis, são os maiores ganhadores em quase 50 anos do tradicional campeonato. Os jogadores que brilham nos estádios do país emigram às ligas de maior poder econômico, onde deslumbram em todo o mundo: Lionel Messi, Sergio Agüero, Carlos Tevez, são os últimos grandes exemplos de puro talento a curta idade em enamorar todos os fanáticos do futebol. A maneira como se vive este esporte no país é um claro exemplo de como é o argentino: apaixonado e orgulhoso. É preciso suar a camiseta, o futebol é garra, vida e coração… e na Argentina é assim que ele é vivido. Para cada jogo entram no campo onze jogadores, mas jogam mais de 37 milhões de pessoas. Futebolismo argentinos de exportação
O futebol argentino goza, atualmente, de reconhecimento mundial. Não somente pelos títulos conquistados ao longo da história, senão também pela enorme quantidade de jogadores nacionais que atuam nas diferentes ligas no mundo. O recente início dos campeonatos de futebol, nas diversas ligas no mundo mostra, como nos últimos anos, uma forte presença de jogadores argentinos. Atualmente estima-se que são mais de mil jogadores de futebol argentinos que jogam no exterior, sendo o continente europeu o principal destino. Os países da Europa que, tradicionalmente, mais requerem o talento dos jogadores argentinos são: Itália e Espanha, cujas ligas de primeira divisão, nesta temporada, contam com a presença de 34 e 39 futebolistas nacionais, respectivamente. No campeonato italiano destacam-se já há várias temporadas, jogadores do nível de Javier Zanetti, Hernán Crespo e Julio Cruz, os quais também contam com uma importante trajetória na Seleção Argentina. Assim, a recente chegada de jovens figuras como, Juan Pablo Carrizo, Germán Denis e Mauro Zárate dão uma contribuição incomparável para a tradicional liga italiana. Por sua vez, a liga espanhola de futebol conta com grandes figuras argentinas, as quais militam em times importantes como o Real Madrid, Barcelona e Atlético de Madrid; Lionel Messi, Sergio Agüero, Gabriel Heinze e Fernando Gago são alguns dos jogadores argentinos que, a puro talento, converteram-se em verdadeiros referentes do campeonato espanhol. NO caso de Messi, sua notável habilidade não somente cativou de forma imediata os espectadores espanhóis, senão também a todos os amantes do futebol que estão no mundo afora; sua destreza com a bola e seus gols transcenderam as fronteiras e o consagraram como uma figura do futebol mundial. O México e a Grécia são outros dos destinos habituais dos jogadores argentinos; na primeira divisão do futebol asteca desempenham-se, atualmente, 36 futebolistas nacionais, enquanto em terras gregas são 32. A rápida adaptação aos costumes de vida locais e o rendimento que exibem em cada partida fazem prever que, a curto prazo, a quantidade de futebolistas argentinos em ambos os países aumentará consideravelmente. Um traço distintivo da Argentina é que não somente exporta jogadores a países com uma rica história futebolística, senão que também nutre com seus futebolistas as ligas menos tradicionais: Romênia, Lituânia, Catar, El salvador, Indonésia e Chipre, são algumas das nações que contam com argentinos em seus respectivos campeonatos. Em resumo, apesar de abrir novos mercados em matéria de futebol, sempre há uma constante: a necessidade da presença de jogadores da Argentina quando a bola começa a rolar. Copo do mundo 2010 O favoritismo da Argentina na Copa do Mundo foi apoiado por Carlos Bianchi. O ex-técnico do Boca Juniors demonstrou sua confiança em Diego Maradona e acredita que a seleção de Messi será a campeã mundial. - Argentina jogou muito bem na primeira rodada. Se o goleiro nigeriano não tivesse pegado tudo, teria sido 3, 4 a 0. Para mim, Argentina terminará como a campeã – afirmou o ex-treinador, lembrando o jogo de estreia vencido pelos argentinos por 1 a 0. Caso a seleção não conquiste o título na África do Sul, Bianchi aposta no Brasil e na Espanha como candidatos a levantar o troféu da Copa. Os Argentinos na copa A estreia com um placar magro contra a Nigéria parece não ter abalado a confiança do melhor jogador do mundo. Lionel Messi afirmou que a Argentina ainda é a favorita para conquistar o título da Copa do Mundo e deve temer apenas a ela mesma para alcançar seu objetivo na África do Sul. - Argentina só precisa ter medo da própria Argentina. Digo isso com o máximo de respeito pelas outras seleções, mas temos qualidade e talento. Precisamos nos manter concentrados e continuar fazendo o que estamos fazendo, treinando com cuidado e nos mantendo unidos. Não temos que temer ninguém – afirmou Messi em coletiva. Segundo o atacante, o maior responsável pela confiança do grupo em vencer a Copa é Diego Maradona. Messi disse que a chegada do técnico foi fundamental para mudar o clima da seleção argentina. - Maradona é um motivador excepcional e tê-lo como nosso técnico é uma honra. Ele é um de nós e ajuda muito com sua extraordinária experiência. A atitude dos jogadores mudou e nosso time tem uma enorme margem para evoluir agora – acredita o atacante. Nem mesmo a campanha duvidosa nas eliminatórias sul-americanas da Copa do Mundo e as críticas da imprensa local abalaram a seleção argentina, segundo Messi. Para ele, a descrença em um bom resultado da equipe no Mundial deu mais força para buscar o objetivo. - Tudo mudou desde as eliminatórias. A atitude e o comportamento dos jogadores são outros. Antes, não éramos um grupo e, constantemente, jogávamos mal. Não conseguíamos vencer e estávamos sujeitos às críticas. Agora estamos motivados, treinando forte e vendo o fruto do nosso trabalho. Somos uma Argentina diferente – garantiu.




Hóquei sobre patins
Na localidade de Mar del Plata está o Sheraton Mar del Plata Hotel, que embora não possua campo de golfe próprio está localizado frente de uma das melhores quadras de esportes do país: o Mar del Plata Golf Club.


NA ARGENTINA, em 1982, o time nacional alcançou sua melhor campanha em um Campeonato Mundial. Foi sede do evento onde ganhou a medalha de bronze. Em matéria olímpica, o desempenho mais destacado foi em Seul 88, conseguindo também o bronze.
